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Oie Pessoas,
Andei ausênte do Blog esses dias...
Peguei um resfriado barra pesada e ainda hoje não estou 100% recuperada, mais essa notícia me fez...
Vim aqui dá o Ar da minha Graça!!! Hehehe...
Emagreci mais uns 2 a 3kg nessa brincadeirinha...
Afff...
Tá chegando perto da plástica e estou ficando anciosa...
Quando tiver novidades concretas venho aqui falar...
Beijinhos no S2,
Fabíola Rocha

02/04/2008 - 08h00
Planos de saúde terão de cobrir cem novos serviços a partir de hoje, mas querem aumento
FONTE: http://economia.uol.com.br/ultnot/infomoney/2008/04/02/ult4040u10879.jhtm
SÃO PAULO - Os planos de saúde contratados a partir de 1999 terão que cobrir cerca de cem novos procedimentos -como vasectomia, laqueadura, psicoterapia, exames de DNA para tratamentos de doenças genéticas, autotransplante de medula óssea e tratamento cirúrgico de epilepsia. A medida começa a valer nesta quarta-feira (dia 2).
Deste total, apenas 21 são novidade e o resto, apenas atualizações de alguns procedimentos que já existiam na cobertura dos planos.
Parte dos serviços listados, entretanto, não atende a todos os usuários de planos de saúde. Por isso, a Agência Nacional de Saúde (ANS) dividiu os planos entre ambulatorial, hospitalar sem obstreta e hospitalar com obstreta, de modo que o paciente possa, independente das nomenclaturas que o seu plano de saúde faz, saber se tem ou não direito a determinado procedimento.
Caso o usuário tenha dúvidas quanto às novas regras, pode entrar em contato com o atendimento gratuito da ANS pelo telefone 0800-7019656.
Companhias e entidades do setor calculam que, para cobrir esses novos serviços, há necessidade de reajuste de 5% a 10% nos preços cobrados, segundo o advogado especialista em saúde pública e sócio do escritório Pellon & Associados, Luiz Felipe Conde.
VEJA EXEMPLOS DE NOVOS SERVIÇOS COBERTOS
Consulta/sessão de nutrição - 6 sessões por ano
Consulta/sessão de terapia ocupacional - 6 sessões por ano
Sessão de psicoterapia - 12 por ano
Consulta/sessão de fonoaudiologia - 6 por ano
Inserção do método contraceptivo DIU (inclusive o dispositivo)
Vasectomia
Laqueadura
Procedimentos cirúrgicos por videolaparoscopia, como biópsia
Correção do abdome após cirurgia de obesidade mórbida
Cirurgia para remoção da catarata utilizando o sistema Yag Laser
Biopsia de mama a vácuo, com um corte menor
Tratamento cirúrgico da Epilepsia
Tratamento pré-natal das hidrocefalias e cistos cerebrais
Autotransplante de medula óssea
Exame de análise de DNA para diversas doenças genéticas
Exame de análise de mutação
Teste quantitativo de hepatite tipo B
Teste de genotipagem de hepatite tipo C
Teste de genotipagem de HIV
Mamografia digital
Teste de quantidade da substânica Dímero D no corpo
"No entanto, divulgação informal da ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar] aponta uma variação entre 3% e 6% como sendo o impacto financeiro das empresas com as novas coberturas", afirma Conde.
O interesse pelo assunto é tanto que o site da ANS enfrenta congestionamento nesta quarta-feira
Batalha jurídica
Segundo o advogado especialista em negócios de saúde, do escritório Correia da Silva Advogados, Rodrigo Alberto Correia da Silva, a Resolução n° 167 da ANS, publicada no dia 10 de janeiro de 2008, não poderia estender os novos procedimentos aos planos firmados antes de sua vigência.
"A Agência tem o direito de regulamentar o rol de serviços oferecidos pelos planos de saúde, mas não pode determinar a retroatividade. A norma valeria apenas para os contratos firmados após a vigência da resolução, os quais devem ter seus preços reajustados para suportar o aumento dos custos", afirma.
Por conta disso, Silva acredita que será travada uma grande batalha jurídica para resolver o tema polêmico. "Para que haja a inclusão desses novos tratamentos sem repasse de preços aos contratos, a regra deve passar a valer a partir do próximo dia 2 de abril. A empresa não pode ser surpreendida com o aumento de custo sem que haja o aumento dos pagamentos. Essa medida pode causar um grande desequilíbrio financeiro no setor", explica o especialista.
Defesa do consumidor
De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a atualização dos procedimentos cobertos pelos planos de saúde deveria ter sido feita há alguns anos, uma vez que muitos deles já são largamente utilizados e já deveriam ser pagos pelas empresas, como a videolaparoscopia e a mamografia digital.
"Além de não haver clareza e transparência com relação ao valor do citado impacto financeiro, as operadoras também estão desconsiderando economias que decorrerão da adoção dos novos procedimentos", argumenta a entidade.
Para a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), a ampliação da cobertura não pode representar repasse de custos para os beneficiários, tendo em vista que os procedimentos já são utilizados com freqüência - e até cobertos por algumas empresas - e refletem o avanço da medicina e técnicas de diagnóstico que já deveriam ser cobertas por todos os planos de saúde.
Qualidade dos serviços
Na opinião do advogado Luiz Felipe Conde, caso a ANS não autorize um reajuste dos planos de saúde, para que as empresas possam cobrir os novos procedimentos, a conseqüência natural será uma diminuição gradual da qualidade dos serviços.
"Isso gerará descontentamento tanto para as operadoras quanto para os consumidores. Infelizmente, o setor de saúde suplementar sairá perdendo, trazendo mais prejuízos aos consumidores, que não poderão contar com os serviços de qualidade anteriormente contratados", finaliza.

criado por Fabíola Rocha
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